Arquivos Mensais: julho 2016


Urandir – Projeto Portal Pesquisas e Turismo

O Projeto Portal é uma associação desenhada para construir uma nova forma de pensamento mundial, atuando em diversas áreas do conhecimento, como astro-física, engenharia, psicologia, administração, ufologia, antropologia, tecnologia e física.
• A associação Projeto Portal possui 11 anos de atuação no país e contou com a participação de mais de 370 mil pessoas em sua sede, no Mato Grosso do Sul
• Possui núcleos de atendimento aos participantes em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis
• A associação promove palestras em todo o país, reunindo cerca de 200 pessoas por evento
• É responsável pela publicação da Revista Explosiva, já distribuída no Território Nacional

O Projeto Portal realiza pesquisas, atuando, muito além dos contatos e avistamentos com ovnis frequêntes na região de sua sede em Corguinho, como em avançadas pesquisas amparado por instituições e autoridades militares brasileiras, aeronáutica, defesa civil, corpo de bombeiros, centro de pesquisas, universidades, entre outros.

Recentemente os pesquisadores do Projeto Portal tem investigado as ocorrências dos crop círculos, principalmente nas lavouras da região sul do país. Para auxiliar nas pesquisas contam com informações  coletadas nos locais,  fotos e medições com detectores diversos, dados do controle de tráfego aéreo, o Cindacta e do comando aeroespacial brasileiro, o comdabra, entre outros.
Isso é uma conquista que mostra que mesmo com muitas adversidades pode-se realizar uma investigação séria, cujo resultado vem a contribuir, não somente como simples notícias, mas sim com comprovação e informações que explicam fenômenos para o público em geral. Dessa forma, esses fenômenos não serão mais somente usados de forma sensacionalista pela mídia com intuito de tirar proveito de uma situação ou de um evento para um simples comentário em um noticiário, mas sim trazendo à luz uma nova visão da realidade.

Publicado no site http://www.urandirufo.com.br

Urandir – Projeto Portal Pesquisas e Turismo
artigo original postado em Projeto Portal Pesquisas e Turismo


Urandir – Exposição a produtos químicos ameaça reprodução humana

É de longa data que Urandir Fernandes de Oliveira e demais pesquisadores da Associação Projeto Portal alertam sobre a contaminação de produtos tóxicos nos alimentos e até mesmo no ar que respiramos. Agora os pesquisadores estão ficando preocupados com as possíveis implicações disso na saúde.

O parecer foi escrito por ginecologistas-obstetras e cientistas dos EUA, Reino Unido e sociedades canadenses de profissionais de saúde reprodutiva, além da Organização Mundial de Saúde e da Universidade da Califórnia, nos EUA.

A FIGO representa obstetras de 125 países e emitiu a opinião no International Journal of Gynecology and Obstetrics, em 1º de outubro de 2015, pouco antes de um congresso, em Vancouver, no Canadá, onde mais de 7.000 médicos e cientistas vão explorar as tendências mundiais que envolvem a saúde da mulher. “Nós estamos afogando nosso mundo em produtos químicos não testados e inseguros, e o preço que estamos pagando, em termos de nossa saúde reprodutiva, é de grande preocupação“, disse Gian Carlo Di Renzo, MD, PhD, secretário honorário da FIGO e principal autor da opinião. De acordo com Di Renzo, os profissionais de saúde reprodutiva “testemunham em primeira mão o número crescente de problemas de saúde que seus pacientes enfrentam, e evitar a exposição a produtos químicos tóxicos pode reduzir esta carga sobre mulheres, crianças e famílias em todo o mundo”.

Crescimento fetal restrito, malformações congênitas, neurodesenvolvimento prejudicado ou reduzido, e um aumento de câncer, déficits de atenção, comportamentos de TDAH e hiperatividade, estão entre a lista dos péssimos resultados de saúde ligados a produtos químicos, como pesticidas, poluentes do ar, plásticos, solventes e semelhantes, de acordo com a opinião da FIGO.

A FIGO está dizendo que os médicos precisam fazer mais do que simplesmente aconselhar os doentes sobre os riscos para a saúde da exposição química”, disse Jeanne A. Conry, MD, PhD, coautora do parecer e ex-presidente do Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas, que emitiu um comunicado sobre produtos químicos e saúde reprodutiva em 2013. “Precisamos defender políticas que protejam os nossos pacientes e comunidades contra os perigos da exposição involuntária aos produtos químicos tóxicos”, acrescentou.

A fabricação de produtos químicos deve crescer mais rápido nos países em desenvolvimento nos próximos cinco anos, segundo a FIGO. Apenas nos EUA, mais de 13 mil quilos de produtos químicos por pessoa são fabricados ou importados, e, ainda assim, a grande maioria dessas substâncias químicas não foram testadas. Os produtos viajam o mundo através de acordos comerciais internacionais, tais como o comércio transatlântico e a Sociedade de Investimento entre a União Europeia e os Estados Unidos. Os grupos ambientais e de saúde têm criticado a proposta de acordo para enfraquecer os controles e regulamentos destinados a proteger as comunidades de produtos químicos tóxicos.

Segundo a Federação, o problema também é social. “A exposição a produtos químicos no ar, alimentos e água, afetam desproporcionalmente as pessoas pobres”, disse Linda Giudice, coautora do artigo da FIGO, ex-presidente da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) e presidente do departamento de obstetrícia, ginecologia e ciências reprodutivas da Universidade da Califórnia. “Nos países em desenvolvimento, as infecções respiratórias inferiores possuem probabilidade dobrada de serem causadas por exposição a produtos químicos do que nos países desenvolvidos”, acrescentou.

A exposição a produtos químicos tóxicos ambientais está ligada a milhões de mortes e custa bilhões de dólares, anualmente, de acordo com a opinião da FIGO, que cita os seguintes exemplos:

– Quase 4 milhões de pessoas morrem a cada ano por causa da exposição à poluição do ar interior e exterior;

– O custo do envenenamento por pesticidas dos trabalhadores rurais na África Subsaariana podem superar os 66 bilhões de dólares entre 2005 e 2020;

– Cuidados de saúde e outros custos decorrentes da exposição a desreguladores endócrinos na Europa são estimados em, no mínimo, 157 bilhões de euros por ano;

– O custo das doenças infantis relacionadas a toxinas ambientais e poluentes no ar, alimentos, água, solo ecomunidades, foi calculada em 76 bilhões de dólares, nos EUA, em 2008.

Dado o acúmulo de evidências de impactos adversos à saúde relacionados a substâncias químicas tóxicas, incluindo o potencial para provocar danos inter-geracionais, a FIGO sabiamente propôs uma série de recomendações que os profissionais de saúde podem adotar para reduzir a carga de produtos químicos perigosos em pacientes e comunidades”, disse o presidente da FIGO, Sabaratnam Arulkumaran, que também é ex-presidente da Associação Médica Britânica.

A federação propõe que médicos, enfermeiras, parteiras e outros profissionais da saúde reprodutiva defendam políticas para prevenir a exposição a produtos químicos tóxicos ambientais, trabalhem para assegurar um sistema alimentar saudável para todos, façam parte da saúde ambiental dos cuidados de saúde e colaborem para a justiça ambiental.

fontes: r7.com e BBC Brasil

Urandir – Exposição a produtos químicos ameaça reprodução humana
artigo original postado em Exposição a produtos químicos ameaça reprodução humana


Urandir – Pesquisadores da Associação Projeto Portal desvendam mistérios de antigos reinos na América Latina

Foram mais de dez anos de pesquisas em diferentes sítios arqueológicos ao longo dos mais de sete mil km percorridos em território brasileiro e em países da América do Sul, dos quais 3.277 km da região dos sete Povos das Missões no Rio Grande do Sul até o Forte Príncipe da Beira, em Rondônia e deste local mais 3.729 km até o Forte Macapá no delta do rio Amazonas, além de localidades na Bolívia e Peru, Uruguai, Paraguai, França, Alemanha e Espanha idealizadas e lideradas através do presidente da Associação Projeto Portal, Urandir Fernandes de Oliveira, reunindo cerca de cem pesquisadores do Projeto Portal em as suas várias fases.

A grande descoberta diz respeito à presença de diversos reinos em regiões distantes, embora com muita semelhança detalhes em desenhos em predras encontradas em São Miguel das Missõesentre si em termos de arquitetura, cultura e conhecimento existentes em épocas anteriores a 30 mil anos. Esses reinos têm em comum construções incríveis que pelas pesquisas efetuadas não poderiam ter sido construídos pelo homem na época, já que até mesmo nos dias atuais não há tecnologia que permita edificações semelhantes.

Um dos grandes destaques desses reinos localiza-se no Brasil, com a descoberta de uma cidade perdida  em plena selva amazônica, além de identificar semelhanças entre os vários sítios percorridos nas diversos regiões do pais do Sul ao Norte, quando foram encontradas  marcas e símbolos idênticos nestes  locais.

conforme Urandir, a descoberta tem a relevância superior aos grandes monumentos históricos como as pirâmides no Egito, a civilização chinesa, as ruínas da civilização maia no México e dos incas no Peru e Bolívia, incluindo-se  Machu Pichu. O grupo prepara um relatório para ser compartilhado com o IPHAN – Instituto Histórico do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional que certamente irá agregar mais saber para a nossa pesquisa, uma vez que a mesma é somente observacional e interpretativa. Os pesquisadores do Projeto Portal estão cientes que não se pode fazer escavações, apossar-se de objetos ou interferir de qualquer maneira no meio pesquisado e tudo foi feito segundo as legislações nacional e locais.

A cidade perdida na Amazônia tem prédios, estradas, templos, entre outros monumentos  que comprovam a passagem através do Brasil de culturas desconhecidas, porém com grande saber arquitetônico, matemático, astronômico, superior aqueles construtores de culturas pré-colombianas, egípcias, maias,incas e outras. conforme os estudos, a cidade deveria possuir cerca de 13 mil moradores.Detalhes exteriores do Forte Principe da Beira em Costa Marques - divisa da bolívia pesquisa realizada com o apoio do exército brasileiro indica que originalmente não era um forte mas sim um templo

Urandir esclarece que em todo o trajeto investigado  em diferentes regiões brasileiras e em países da América do Sul há símbolos idênticos deixado por essas culturas que nos remete a velhas culturas como a lemuriana,  atlantida e outras. Tudo indica, segundo Urandir, que  essas pessoas há mais de 30 mil anos deixaram um legado em terras brasileiras como que sinalizando sua passagem por esses locais, provavelmente com o objetivo de serem identificadas e localizadas no futuro.

Pesquisas

Tudo começou em 15 de março de 2004 com a primeira Expedição Brasil-Equipe Zigurats a Amazônia visando estudar provas  no sentido de que o Brasil é o berço da formação antropológica e arqueológica mundial e encontrar a verdadeira origem do homem, apresentando novas datas e períodos, preenchendo as lacunas nas teorias já existentes.

A segunda expedição à localidade amazônica aconteceu a partir de 4 de julho de 2005, quando foram observados diversos objetos, pinturas e inscrições rupestres, artefatos e símbolos desconhecidos dos já estudados pela literatura mundial, além de ruínas deixadas para trás que, segundo a engenharia e arquitetura, expõe que tal cultura tinha uma tecnologia bastante superior a atual mesmo há mais de 30 mil anos.

7  Povos das Missões

A grande prova obtida através do Projeto Portal sobre a passagem das mesmas civilizações através do território brasileiro ocorreu no período de expedição ao Rio Grande do Sul, em 2007,  Ruínas em São Miguel das Missões escondem evidências de antigas civilizações globais com reinos unificadosna localidade das ruínas jesuíticas de São Miguel das Missões, consideradas patrimônio da raça humana desde 1983, em conjunto com as ruínas no lado argentino de San Ignacio Miní, Santa Ana, Nossa Senhora de Loreto e Santa María Mayor.

Foi na pesquisa feita no município gaúcho de Santo Ângelo, distante 462 km de Porto Alegre, que Urandir e os pesquisadores do Projeto Portal localizaram as provas que unem as edificações amazônicas com as ruínas gaúchas dos sete Povos das Missões.  À semelhança do que ocorreu em diferentes pontos do legado inca no Peru e Bolívia e também na Europa, onde a Igreja Católica aproveitou antigas edificações deixadas por diferentes civilizações edificando sobre elas as suas Igrejas e prédios, também no sítio arqueológico dos 7 Povos das Missões registrou-se a mesma situação.

Apesar disso, foram localizados símbolos que também são encontrados em diversos outros sítios arqueológicos brasileiros pesquisados em  Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará até o delta do rio Amazonas.
Descobriu-se  ali que existem túneis atravessando vários pontos onde a prefeitura de Santo Ângelo, à pedido do clero, lacrou a entrada destes túneis, colocando uma laje em cima, além de terra e blocos, segundo os historiados  e os guias turísticos locais. Foram encontradas 5 tumbas de pessoas de sociedades bastante antigas, muito anterior à vinda dos espanhóis e portugueses no Brasil.

As pedras lá encontradas, trabalhadas por esta civilização, são rochas maciças que até hoje precisaríamos de aparelhos específicos para modelá-las.  Fica a pergunta: como os jesuítas poderiam ter ensinado isso aos índios, se até hoje não temos aparelhos capazes de cortar e modelar as rochas da forma como estão.  Essas rochas podem ser comparadas aos Maias e Incas, pois se trata da mesma engenharia.  Como exemplo, temos a Cruz de Caravaca, mais reconhecida na localidade como a Cruz Missioneira, e as colunas que foram construídas em pedra maciça.

Forte Príncipe da Beira

Todas essas construções são semelhantes, principalmente em sua arquitetura. O Forte Príncipe da Beira, em Rondônia é um exemplo. Ali foram encontradas diversas das inscrições e símbolos situados nas ruínas de São Miguel das Missões. O mais assombroso, contudo, é a similaridade com o Forte Macapá, no delta do Rio Amazonas e com diferentes fortalezas espalhadas através do planeta, até mesmo na região cátara do Languedoc, na França.Pesquisa no Forte Principe da Beira em Costa Marques - divisa da bolívia com o apoio do exército brasileiro indica que originalmente não era um forte mas sim um templo

De todas as fortificações encontradas no Brasil e em outros países, segundo a história, foram erguidos por português, espanhóis e outros… O Forte Príncipe da Beira é considerado o de localização e edificação perfeitos, ainda que hoje restem apenas ruínas. Ele protegia toda a margem direita dos rios Guaporé e Mamoré, na fronteira com a Bolívia. Foi deixado para trás em 1889, já na República, e permaneceu em absoluto abandono cerca de 40 anos, sendo saqueado e invadido. Em 1914 foi reencontrado através do então Marechal Rondon, que voltou em 1930 e construiu as instalações da unidade militar que acantonou ao lado das ruínas.

No Forte Príncipe da Beira os pesquisadores do Projeto Portal, com autorização do Exército brasileiro, descobriram salas subterrâneas que continham vários poços com profundidades variadas. Em determinadas profundidades saíam túneis em diversas direções, como por exemplo, a Serra dos Reis (RO), cidade de Costa Marques (RO) e o mais intrigante, a uma profundidade maior, um túnel que passa por baixo do rio Madeira atravessando a divisa Brasil-Bolívia, saindo a aproximadamente  700 metros da margem no lado  boliviano perto a outras ruínas que são encontrados lá. (vai ser que os portugueses teriam tecnologia para tal?)

Segundo as novas descobertas da equipe  do Projeto Portal constatou-se que nem portugueses nem holandeses nem nenhuma pessoa da civilização contemporânea tinham construído tais fortalezas:

Primeiro porque não tinham tecnologia para isso,  Segundo: não era encontrado mão de obra suficiente e a relação dos colonizadores com os indígenas nem sempre eram amistosas. Terceiro: não tiveram tempo hábil desde a descoberta do Brasil até hoje para construções tão perfeitas e distantes entre si.  Quarto: as doenças tropicais dizimavam rapidamente os soldados e aventureiros que se embrenhavam na mata.  Quinto: os alimentos durante as expedições se esgotavam e muitos morriam de fome.  Sexto: o meio de transporte era apenas barco rudimentar ou cavalos, o que não atenderia as necessidades de construções desse porte.  Sétimo: as comunicações eram precárias e não seria possível o compartilhamento de ideias e projetos em construções semelhantes em pontos distantes do Brasil e do mundo. Todas sendo construídas na mesma época, segundo a investigação do Projeto Portal. Mais um dado intrigante: todas elas foram construídas com a mesmo tipo de pedra, não importando e distância e o local das mesmas.

Foi no Forte Príncipe da Beira que a equipe descobriu indicações precisas que apontavam para uma região no coração da Amazônia. prosseguindo tais indicações, dois anos depois, os pesquisadores se depararam com o sonho de todo arqueólogo:  a região perdida enfim encontrada. ..

Seria o tão cobiçado  Eldorado por todos os aventureiros do planeta?  Seria uma cidade bíblica que sobreviveu ao dilúvio?  Ou serão apenas ruínas de culturas antigas que ali estiveram antes do surgimento da floresta amazônica?  Continuamos a Buscar conhecimento!

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Urandir – Pesquisadores da Associação Projeto Portal desvendam mistérios de antigos reinos na América Latina
artigo original postado em Pesquisadores da Associação Projeto Portal desvendam mistérios de antigos reinos na América Latina