Arquivos Mensais: dezembro 2016


Urandir – Urandir lidera expedição Zigurats – Percorrendo os caminhos de Joana D’arc

Urandir Fernandes de Oliveira realizou uma expedição com outros pesquisadores do Projeto Portal em algumas localidades da França. O objetivo da expedição foi levantar informações sobre a famosa Joana D´arc.

Para isso, o grupo percorreu boa parte da França, visitando desde Domrémy-la-Pucelle, o local de nascimento de Joana em 06 de janeiro de 1412, até a cidade de Rouem, local onde supostamente ela foi queimada viva em 30 de maio de 1431 com apenas 19 anos de idade.

Descendente de camponeses modestos, foi uma mártir francesa canonizada pela Igreja Católica em 1920, quase cinco séculos após sua suposta morte. A pesquisa teve um cunho especial para a Equipe do Projeto Portal, pois foram encontrados indícios indiscutíveis que Joana D´arc conversava com “Anjos de Deus”, que na realidade seriam seres extraterrestres os quais passavam informações importantes. Por conta desses contatos foi perseguida pela Igreja e considerada por muitos séculos uma bruxa herege. Estranhamente após séculos de difamação a própria igreja que a perseguiu, acabou por canoniza-la como uma mártir e santa.

Interessante é compararmos o que ocorreu na época com a perseguição que acontece com quem tem contatos com extraterrestres nos dias atuais. Exemplo simples disso resume-se na figura de Bilu, um ser de origem extraterrestre que já conversou com mais de mil pessoas e mesmo assim a mídia em peso difama e desacredita sua existência.

Urandir – Urandir lidera expedição Zigurats – Percorrendo os caminhos de Joana D’arc
artigo original postado em Urandir lidera expedição Zigurats – Percorrendo os caminhos de Joana D’arc


Urandir – Continuam os testes para comprovar a Teoria da Terra Convexa

Os testes para verificar a teoria da Terra Convexa em seus continentes com as águas niveladas ou planas, conforme sugerido pelo ET Bilu, tiveram mais uma etapa realizada no exterior. No período de 20 a 22 de novembro equipe de pesquisadores do Projeto Portal,em parceria com outros cientistas, esteve no Lago Titicaca, na fronteira entre o Peru e a Bolívia, para realizar alguns experimentos.
Os dados obtidos estão em fase de  análise e compilação, podendo ser complementados com novos testes, conforme a necessidade.
Após o processamento das informações, o Projeto Portal irá lançar documentário cujo teor poderá revolucionar algumas teorias científicas.

O Projeto Portal sabe que há grande curiosidade e muitas perguntas e quesionamentos sobre a Teoria da Terra Concexa, mas mesmo assim salienta que é preciso ter paciência até que todos os dados coletados sejam compilados. Como se trata de uma teoria nova, é preciso esgotar todas as possibilidades até se chegar a uma conclusão concreta que venha satisfazer e facilitar o entendimento para todas as pessoas, desde leigos até a comunidade científica.

Urandir – Continuam os testes para comprovar a Teoria da Terra Convexa
artigo original postado em Continuam os testes para comprovar a Teoria da Terra Convexa


Urandir – Pesquisadores da Associação Projeto Portal desvendam mistérios de antigos reinos na América Latina

Foram mais de dez anos de pesquisas em diferentes sítios arqueológicos ao longo dos mais de sete mil km percorridos em território brasileiro e em países da América do Sul, dos quais 3.277 km da região dos sete Povos das Missões no Rio Grande do Sul até o Forte Príncipe da Beira, em Rondônia e deste local mais 3.729 km até o Forte Macapá no delta do rio Amazonas, além de localidades na Bolívia e Peru, Uruguai, Paraguai, França, Alemanha e Espanha idealizadas e lideradas através do presidente da Associação Projeto Portal, Urandir Fernandes de Oliveira, reunindo cerca de cem pesquisadores do Projeto Portal em as suas várias fases.

A grande descoberta diz respeito à presença de diversos reinos em regiões distantes, embora com muita semelhança detalhes em desenhos em predras encontradas em São Miguel das Missõesentre si em termos de arquitetura, cultura e conhecimento existentes em épocas anteriores a 30 mil anos. Esses reinos têm em comum construções incríveis que pelas pesquisas efetuadas não poderiam ter sido construídos pelo homem na época, já que até mesmo nos dias atuais não há tecnologia que permita edificações semelhantes.

Um dos grandes destaques desses reinos localiza-se no Brasil, com a descoberta de uma cidade perdida  em plena selva amazônica, além de identificar semelhanças entre os vários sítios percorridos nas diversos regiões do pais do Sul ao Norte, quando foram encontradas  marcas e símbolos idênticos nestes  locais.

conforme Urandir, a descoberta tem a relevância superior aos grandes monumentos históricos como as pirâmides no Egito, a civilização chinesa, as ruínas da civilização maia no México e dos incas no Peru e Bolívia, incluindo-se  Machu Pichu. O grupo prepara um relatório para ser compartilhado com o IPHAN – Instituto Histórico do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional que certamente irá agregar mais saber para a nossa pesquisa, uma vez que a mesma é somente observacional e interpretativa. Os pesquisadores do Projeto Portal estão cientes que não se pode fazer escavações, apossar-se de objetos ou interferir de qualquer maneira no meio pesquisado e tudo foi feito segundo as legislações nacional e locais.

A cidade perdida na Amazônia tem prédios, estradas, templos, entre outros monumentos  que comprovam a passagem através do Brasil de culturas desconhecidas, porém com grande saber arquitetônico, matemático, astronômico, superior aqueles construtores de culturas pré-colombianas, egípcias, maias,incas e outras. conforme os estudos, a cidade deveria possuir cerca de 13 mil moradores.Detalhes exteriores do Forte Principe da Beira em Costa Marques - divisa da bolívia pesquisa realizada com o apoio do exército brasileiro indica que originalmente não era um forte mas sim um templo

Urandir esclarece que em todo o trajeto investigado  em diferentes regiões brasileiras e em países da América do Sul há símbolos idênticos deixado por essas culturas que nos remete a velhas culturas como a lemuriana,  atlantida e outras. Tudo indica, segundo Urandir, que  essas pessoas há mais de 30 mil anos deixaram um legado em terras brasileiras como que sinalizando sua passagem por esses locais, provavelmente com o objetivo de serem identificadas e localizadas no futuro.

Pesquisas

Tudo começou em 15 de março de 2004 com a primeira Expedição Brasil-Equipe Zigurats a Amazônia visando estudar provas  no sentido de que o Brasil é o berço da formação antropológica e arqueológica mundial e encontrar a verdadeira origem do homem, apresentando novas datas e períodos, preenchendo as lacunas nas teorias já existentes.

A segunda expedição à localidade amazônica aconteceu a partir de 4 de julho de 2005, quando foram observados diversos objetos, pinturas e inscrições rupestres, artefatos e símbolos desconhecidos dos já estudados pela literatura mundial, além de ruínas deixadas para trás que, segundo a engenharia e arquitetura, expõe que tal cultura tinha uma tecnologia bastante superior a atual mesmo há mais de 30 mil anos.

7  Povos das Missões

A grande prova obtida através do Projeto Portal sobre a passagem das mesmas civilizações através do território brasileiro ocorreu no período de expedição ao Rio Grande do Sul, em 2007,  Ruínas em São Miguel das Missões escondem evidências de antigas civilizações globais com reinos unificadosna localidade das ruínas jesuíticas de São Miguel das Missões, consideradas patrimônio da raça humana desde 1983, em conjunto com as ruínas no lado argentino de San Ignacio Miní, Santa Ana, Nossa Senhora de Loreto e Santa María Mayor.

Foi na pesquisa feita no município gaúcho de Santo Ângelo, distante 462 km de Porto Alegre, que Urandir e os pesquisadores do Projeto Portal localizaram as provas que unem as edificações amazônicas com as ruínas gaúchas dos sete Povos das Missões.  À semelhança do que ocorreu em diferentes pontos do legado inca no Peru e Bolívia e também na Europa, onde a Igreja Católica aproveitou antigas edificações deixadas por diferentes civilizações edificando sobre elas as suas Igrejas e prédios, também no sítio arqueológico dos 7 Povos das Missões registrou-se a mesma situação.

Apesar disso, foram localizados símbolos que também são encontrados em diversos outros sítios arqueológicos brasileiros pesquisados em  Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará até o delta do rio Amazonas.
Descobriu-se  ali que existem túneis atravessando vários pontos onde a prefeitura de Santo Ângelo, à pedido do clero, lacrou a entrada destes túneis, colocando uma laje em cima, além de terra e blocos, segundo os historiados  e os guias turísticos locais. Foram encontradas 5 tumbas de pessoas de sociedades bastante antigas, muito anterior à vinda dos espanhóis e portugueses no Brasil.

As pedras lá encontradas, trabalhadas por esta civilização, são rochas maciças que até hoje precisaríamos de aparelhos específicos para modelá-las.  Fica a pergunta: como os jesuítas poderiam ter ensinado isso aos índios, se até hoje não temos aparelhos capazes de cortar e modelar as rochas da forma como estão.  Essas rochas podem ser comparadas aos Maias e Incas, pois se trata da mesma engenharia.  Como exemplo, temos a Cruz de Caravaca, mais reconhecida na localidade como a Cruz Missioneira, e as colunas que foram construídas em pedra maciça.

Forte Príncipe da Beira

Todas essas construções são semelhantes, principalmente em sua arquitetura. O Forte Príncipe da Beira, em Rondônia é um exemplo. Ali foram encontradas diversas das inscrições e símbolos situados nas ruínas de São Miguel das Missões. O mais assombroso, contudo, é a similaridade com o Forte Macapá, no delta do Rio Amazonas e com diferentes fortalezas espalhadas através do planeta, até mesmo na região cátara do Languedoc, na França.Pesquisa no Forte Principe da Beira em Costa Marques - divisa da bolívia com o apoio do exército brasileiro indica que originalmente não era um forte mas sim um templo

De todas as fortificações encontradas no Brasil e em outros países, segundo a história, foram erguidos por português, espanhóis e outros… O Forte Príncipe da Beira é considerado o de localização e edificação perfeitos, ainda que hoje restem apenas ruínas. Ele protegia toda a margem direita dos rios Guaporé e Mamoré, na fronteira com a Bolívia. Foi deixado para trás em 1889, já na República, e permaneceu em absoluto abandono cerca de 40 anos, sendo saqueado e invadido. Em 1914 foi reencontrado através do então Marechal Rondon, que voltou em 1930 e construiu as instalações da unidade militar que acantonou ao lado das ruínas.

No Forte Príncipe da Beira os pesquisadores do Projeto Portal, com autorização do Exército brasileiro, descobriram salas subterrâneas que continham vários poços com profundidades variadas. Em determinadas profundidades saíam túneis em diversas direções, como por exemplo, a Serra dos Reis (RO), cidade de Costa Marques (RO) e o mais intrigante, a uma profundidade maior, um túnel que passa por baixo do rio Madeira atravessando a divisa Brasil-Bolívia, saindo a aproximadamente  700 metros da margem no lado  boliviano perto a outras ruínas que são encontrados lá. (vai ser que os portugueses teriam tecnologia para tal?)

Segundo as novas descobertas da equipe  do Projeto Portal constatou-se que nem portugueses nem holandeses nem nenhuma pessoa da civilização contemporânea tinham construído tais fortalezas:

Primeiro porque não tinham tecnologia para isso,  Segundo: não era encontrado mão de obra suficiente e a relação dos colonizadores com os indígenas nem sempre eram amistosas. Terceiro: não tiveram tempo hábil desde a descoberta do Brasil até hoje para construções tão perfeitas e distantes entre si.  Quarto: as doenças tropicais dizimavam rapidamente os soldados e aventureiros que se embrenhavam na mata.  Quinto: os alimentos durante as expedições se esgotavam e muitos morriam de fome.  Sexto: o meio de transporte era apenas barco rudimentar ou cavalos, o que não atenderia as necessidades de construções desse porte.  Sétimo: as comunicações eram precárias e não seria possível o compartilhamento de ideias e projetos em construções semelhantes em pontos distantes do Brasil e do mundo. Todas sendo construídas na mesma época, segundo a investigação do Projeto Portal. Mais um dado intrigante: todas elas foram construídas com a mesmo tipo de pedra, não importando e distância e o local das mesmas.

Foi no Forte Príncipe da Beira que a equipe descobriu indicações precisas que apontavam para uma região no coração da Amazônia. prosseguindo tais indicações, dois anos depois, os pesquisadores se depararam com o sonho de todo arqueólogo:  a região perdida enfim encontrada. ..

Seria o tão cobiçado  Eldorado por todos os aventureiros do planeta?  Seria uma cidade bíblica que sobreviveu ao dilúvio?  Ou serão apenas ruínas de culturas antigas que ali estiveram antes do surgimento da floresta amazônica?  Continuamos a Buscar conhecimento!

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Urandir – Pesquisadores da Associação Projeto Portal desvendam mistérios de antigos reinos na América Latina
artigo original postado em Pesquisadores da Associação Projeto Portal desvendam mistérios de antigos reinos na América Latina


Urandir – Urandir – Farsa do Aquecimento global desmascarado – alerta do Projeto Portal e Bilu

Urandir Farsa do Aquecimento Global desmascarada

Conforme vem alertando nos últimos anos Urandir e demais pesquisadores do Projeto Portal, o famoso aquecimento global não passa de uma grande farsa. Muitos pesquisadores e cientistas ao redor do mundo também tem tentado explicar que o aquecimento global não existe.  Porém existe um poder político e econômico que se sobrepõe e não permite que a verdade seja divulgada.
Efeito estufa, buracos na camada de ozonio, alerta sobre derretimento de geleiras em função de aquecimento… são conceitos que aparecem diariamente nos veículos de comunicação nas últimas décadas tentando mostrar uma realidade que não existe.

No Brasil o Dr em climatologia Ricardo Augusto Felício do departamento de geografia da Universidade de São Paulo, especialista em clima afirma que o aquecimento global é baseado em conceitos físicos que não existem, nao sendo possível avidenciar sua existência. E são centenas de cientistas e pésquisadores ao redor do mundo que contestam a farsa que o “outro lado” da ciência e ambientalistas afirmam.

Urandir e o grupo de pesquisadores do Projeto Portal e Centro de Tecnologia Zigurats vêm estudando nos últimos anos os motivos dessa farsa. Em verdade ela é mantida por indústrias, pela mídia e pelos governos, adicionando-se a uma sociedade sem conhecimento no assunto. Isso tudo soma-se para aumentar o medo no assunto.

Outro absurdo sobre o Aquecimento global é que o gás CO2 seria o responsável ou causador do efeito estufa e as alterações climáticas, sendo que seu percentual na atmosfera equivale a no máximo 0,035%. Urandir afirma o que já foi comprovado pelos climatologistas, que quem controla o clima da terra é basicamente o sol e os oceanos que correspondem a 75% do planeta. O clima está apresentando mudanças nos últimos anos, sendo estas previsíveis e cíclicas, e é exatamente nesses últimos anos que o sol está com o seu ápice de atividade, com gigantescas ejeções de massa coronal.

Vamos observar e ver onde essa história vai acabar,  pois é difícil manter a população com uma inverdade por muito tempo

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Urandir – Urandir – Farsa do Aquecimento global desmascarado – alerta do Projeto Portal e Bilu
artigo original postado em Urandir – Farsa do Aquecimento global desmascarado – alerta do Projeto Portal e Bilu